Indicando…

•11/11/2009 • Deixe um comentário

… o Especial Anne Rice do blog Sucker for Vampires. Ficou excelente!!!

O Ilusionista

•11/11/2009 • Deixe um comentário

O caso do vestido

•01/11/2009 • Deixe um comentário

O assunto está um pouco desgastado, como tudo que é divulgado na mídia ultimamente. No entanto, ainda não consegui formular uma opinião, espero que vocês, leitores, me ajudem.

 Todo mundo já conhece o caso da estudante que foi à universidade usando um mini-vestido e foi hostilizada (para não dizer, moralmente violentada) pelos 700 estudantes que estavam no local. O que deixa dúvidas é de quem é a culpa. Qual o significado disso. Precisei ver uma reportagem sobre o assunto, onde ela foi entrevistada, bem como alguns estudantes, para tentar chegar as idéias no lugar. O que tenho até então?

 A menina foi chamada de puta. Bom, eu cheguei a acessar um dos muitos vídeos que pipocaram no Youtube essa semana, mostrando a universidade inteira assediando a garota. Se ela é puta, vamos colocar no termo pejorativo mesmo, creio que seja problema só dela, concordam? Isso supondo, em um primeiro momento. Lembra um pouco Maria Madalena, não acham? Prestes a ser apedrejada. O engraçado, é que as garotas de programa ficam nas esquinas, nas beiras de estrada por aí, e é raro ter notícias de que alguma foi atacada dessa maneira. Acontece, certamente.

 O vestido era realmente curto. E daí? Socialmente, digo, nos compromissos do dia-a-dia, enfim, não costumo usar roupas curtas. Dentro de casa até uso, vez ou outra quando saio com amigos, é raro. Mas, muitas mulheres usam decotes profundos e saias pouco maiores que um cinto, fato. São vistas por aí, e nem por isso são atacadas, não é? Claro que ouvem alguns impropérios, isso até quem está vestida até o pescoço costuma ouvir, essas vulgaridades.

 O comprimento das roupas que usamos, creio eu, é uma questão de adequação. Veja bem, decotes, essas ousadias, não costumam ser usadas em um ambiente de trabalho. Tratava-se de uma universidade. É um ambiente que oferece certa liberdade, sem aquela coisa dos uniformes do Ensino Médio, e tudo.  Em entrevista, a menina disse que ousou um pouco além dos limites. Eu digo: devemos usar bom senso, acima de tudo, para escolher a roupa. Na reportagem que eu vi, uma das universitárias entrevistadas disse que a menina levantou o vestido, que já era bastante justo, quando ouviu as primeiras gracinhas. Bom, caso seja verdade, já indica que ela não vai se tornar nenhuma mártir por isso.

 Resultado: um alvoroço sem igual. Aquele comportamento por parte dos universitários foi ridículo. Só isso que vou dizer, não há palavra para definir, visto que já foram usadas tantas outras para tentar classificar aquela situação. Só que venho em socorro da classe universitária, se é que podemos chamar assim. Sou universitária, e vi muita gente comentar pela internet afora que universitário é assim mesmo, que deviam ter cultura e tal. Primeiro: meus caros e caras, graduação não é sinônimo de cultura. É lamentável, mas é a verdade. Qualquer um faz um vestibular bem feito e consegue entrar, assim é a vida. A universidade, desde que seja bem aproveitada, pode ampliar, e muito, seus horizontes, sua visão de mundo. Porém, educação e respeito nós aprendemos dentro de casa.

 E não adianta generalizar, dizer que todos os universitários do mundo são assim. Diante de uma grande quantidade, como no caso do vestido, realmente ficamos chocados. Só que não devemos tomar o todo pela parte, conseguem entender? Setecentos alunos, muita gente. Existem muito mais pessoas na graduação no Brasil, no mundo, enfim.  Isso não quer dizer que todos vão ter essa atitude. Pelo menos, grande parte dos que conheço condenou o fato.

 Continuo confusa. Talvez, a menina estivesse errada em ousar tanto no visual em um ambiente de estudo. Todavia, acho que não é motivo para uma perseguição digna da Inquisição de séculos atrás. Isso é um grande retrocesso. Pensem comigo.

Última semana de outubro

•29/10/2009 • Deixe um comentário

E o que mais me irrita é que já tem lojas enfeitadas para o Natal! Cada dia mais cedo. Daqui a pouco, mal saíram os vestidos de Festa Junina, lá está o Papai Noel. Não reparem, sou meio Grinch, não sou muito fã do Natal. Quem faz a festa mesmo é o comércio, não?

Eu ficaria bastante sem jeito se não escrevesse nada essa semana. Postei dos Silly Boys e nada de texto, né? Isso é horrível. É que a semana foi muito lotada mesmo, mal paro pra respirar, complicado…

 

Vou falar pouquinho, só para atualiza-los mesmo. Preciso arrumar meu quarto. Terminei de ler 100 escovadas antes de ir para a cama, da Melissa Panarello (escreverei uma resenha bem bacana para vocês). Se Deus quiser, nesse fim de semana, eu assisto This Is It em um cinema decente. Tenho certeza que vou chorar nos ensaios de Smoth Criminal e The way you make me fell.

 

Mais uma coisa: estou tentando resgatar as músicas que fizeram sucesso naquele “boom” new metal que ocorreu alguns anos atrás, quando Evanescence estourou. As bandas que pegaram carona. Quem puder me dar umas dicas, agradeço muito. Até agora eu tenho Tristania (se bem que é  mais antiga que Evanescence, pelo que sei) e Nightwish. Quero ouvir alguma coisa do Lacrimosa.

 

Até mais! o/

 

 

O Corvo

•29/10/2009 • Deixe um comentário

Malandro é o gato

•19/10/2009 • 1 Comentário

Vintage

•14/10/2009 • 1 Comentário

Adoro escrever textos que surgem de conversas, por mais triviais que elas sejam. Às vezes as coisas ditas me fazem refletir por horas, dias a fio. Essa veio de mais uma troca de SMSs com uma amiga que gosta de filmes sci-fi, entre eles O Exterminador do Futuro, que eu não gosto muito. Em comum entre nós está o gosto por Star Wars, embora eu não seja fanática. Disse que gosto de Star Wars por causa dos toques épicos, quase medievais da história do filme. Disse também que gosto do passado. “Preferia Os Flintstones aos Jestsons”, arrematei. Hoje veio a resposta dela. “Então você prefere o passado ao futuro?”. Ao que prontamente respondi: “Sou uma saudosista inevitável.”

 

Foi então que comecei a pensar uma série de coisas sobre isso. Realmente eu prefiro o passado ao futuro, por uma série de coisas. É verdade o que eu disse, sou natural e inevitavelmente saudosista. Sinto falta de tantas coisas. Acho que quando eu era bebê devia sentir falta da barriga da minha mãe. Apego-me facilmente ao passado e sou criticada por isso algumas vezes. É uma tendência minha valorizar o que já aconteceu. Tenho uma caixa enorme onde guardo minhas lembranças. Cadernos, recortes, brinquedos, fotografias, anúncios, qualquer coisa que tenha ficado para trás. Além disso, tenho o hábito de escrever diários, desde os 10 anos de idade, quando ganhei o primeiro.

 

Guardo essas coisas pensando nos que virão depois de mim, minha descendência, sabem? Quero que meus filhos e netos leiam meus diários e olhem as coisas que eu guardei para saber o que as pessoas faziam no final do século XX e início do XXI (porque pertenço a privilegiada geração que viu uma passagem de século. Hehehe). Quanto ao sentimento, simplesmente não consigo explicar. Realmente sinto uma atração imensa pelo passado, algo que não consigo controlar, e é aquela velha história: antes, tudo era melhor. Sei que aos 20 anos pode se parecer bem jovem para falar que “no meu tempo não era assim”. No entanto, essa frase sai da minha boca com uma freqüência absurda. Assim como qualquer pessoa na faixa dos 50 anos, eu falo que a minha infância foi melhor, que os programas de televisão eram mais educativos, não tinha tanta pornografia e cultura inútil, que nós brincávamos de coisas saudáveis e até jogávamos menos vídeo game (até mesmo porque nem todo mundo tinha). As ruas eram menos violentas, o ônibus era mais barato, enfim.

 

Art Noveau

Art Noveau

Não adianta, sempre fui assim, sempre tive uma queda pelas coisas do passado. Outra coisa, não disse por que não gosto do presente, tampouco do futuro. Vamos pelo presente. O presente não é bom porque sempre falta alguma coisa. O presente nunca satisfaz, porque o passado foi melhor ou você tem a sensação de que podia/poderá fazer algo de um jeito melhor. O presente nunca é o suficiente para nós, ou pelo menos para mim. Raras vezes estive satisfeita com o presente. Aliás, vale ressaltar que estou em um desses momentos em que o presente me satisfaz totalmente. Rapidinho ele se esvai, com o primeiro transtorno, tenho certeza.

 

E o futuro. “O futuro é incerto.”, disse meu irmão mais novo, um reflexo de meu próprio raciocínio na primeira vez que me perguntei sobre o futuro enquanto divagava sobre isso. Ele também não gosta do futuro. O que é o futuro? Ninguém sabe. Aí é que está. Não gosto de surpresas. Fora que a maioria das previsões para o futuro estão erradas, ou estavam erradas. No desenho Os Jetsons, por exemplo. Claro que é um desenho animado, porém é baseado no que as pessoas da década de 1960 acreditavam que seria esse século XXI. Carros voando, com cadeiras ejetáveis e empregados robôs. Alguém viu isso por aqui, sem ser naquelas feirinhas de tecnologia no Japão? E olhe lá que o carro voador ainda não saiu, não é? Por qual razão vou me preocupar com um futuro que pode nem chegar? E se o mundo acabar em 2012, como nas previsões dos maias? Porque devo buscar o horizonte com tanta sofreguidão, se o que conta mesmo é o agora, o presente em que me encontro, e as coisas que fiz no passado para chegar até aqui. Embora às vezes eu não esteja satisfeita com o presente, tenho plena segurança e convicção do que fiz para chegar até aqui. Conseguem entender meu raciocínio?

 

Maria Antonieta

Maria Antonieta

Agora, falando historicamente do passado, que é o que mais gosto de fazer, a vantagem dele em relação ao presente é gritante. Claro, reconheço todos os avanços tecnológicos que tivemos até aqui, enfim. Mas, olhem para trás. Vocês verão o nascimento da civilização. Milhares de homens e mulheres descobrindo meios de facilitar suas vidas e continuar existindo em um mundo hostil. Você tem microondas? Gosta dele? Pois é, isso não existia na “época das cavernas”, como é popularmente conhecida. A descoberta do fogo foi primordial para isso. E até a primeira metade do século XIX, um pouco mais, não existia luz elétrica, e todos aqueles teatros maravilhosos e as ruas das cidades eram iluminados por velas ou lâmpadas a gás. Nós, essa geração de agora, não tivemos que lutar por coisa nenhuma, não tivemos que descobrir nada de cunho prático. E a guerra? Adoro o exemplo da guerra. Não que eu seja a favor de qualquer conflito armado, longe disso. Hoje, se um país declara guerra a outro, o presidente vai lá, aperta o botão vermelho e o rival vai pelos ares, não é (um pouco exagerado, mas é)? Assista 300. É ficção, naturalmente, mas tudo é baseado em registros históricos. Antigamente os homens lutavam de verdade, no braço, dizendo a grosso modo. Existe genialidade maior, também, do que a formação de batalha do exército romano nos tempos dos Césares? Acho que não. Alexandre, Gengis Khan, conquistaram meio mundo usando espadas, lanças e arco e flecha.

 

Certas épocas também exercem grande fascínio sobre mim. Digo mais uma vez, não consigo evitar. Tenho pilhas de DVDs, e organizando-os outro dia percebi que uns 90% são épicos, isso quando não são produções antigas e épicas, como é o caso de Cleópatra (que entrou na lista dos 100 Piores Filmes. Eu gosto, não importa), Lawrence da Arábia, Doutor Jivago e Cantando na Chuva. Gosto do Egito faraônico, da Grécia Antiga (em especial da mitologia grega), dos séculos XVIII e XIX e da década de 1980 do século XX. Diversos fatores me atraem. O brilho de um, a moda do outro. O pensamento de um, o estilo de outro. Histórias de monarquias e famílias reais. De bandas e de artistas plásticos, escritores, atores.

 

Acabo trazendo isso para a minha vida pessoal. Às vezes meu modo de falar ou escrever parece meio arcaico. E a decoração do meu quarto? Misturo anjos barrocos com reproduções de Botticelli, pôsteres de filmes, bonecos e bibelôs de biscuit e porcelana, bordados, CDs de rock, cortinas de babados, uma mistura confusa que reflete meu interior perfeitamente. Sou o meu quarto. E assim como em mim, mudaria algumas coisas nele.

 

Robert Smith (The Cure)

Robert Smith (The Cure)

Assim sou eu. Sempre terei um pé no que ficou para trás, sempre vou suspirar por algo que eu tenha vivido (ou não). Acho que há certo glamour nas coisas antigas, pensar em quantos já andaram por aquelas ruas, pés que não caminham mais, mãos que não tocam mais aquela renda, ou fazem aquela música que tanto me encanta e encantou tantos outros que também não mais existem. É o passado que cria o presente. Esse texto amanhã será passado. Será passado para mim assim que eu terminar de escrever, e para você quando mudar a página. Espero que se lembre dele de vez em quando.

 

Escrito ontem, dia 13 de outubro de 2009

O lobo

•12/10/2009 • 1 Comentário

Para que te servem essas unhas longas? Para te arranhar de morte e para arrancar teus espinhos mortais, responde o lobo do homem. Para que te serve essa cruel boca de fome? Para te morder e para assoprar a fim de que eu não te doa demais, meu amor, já que tenho que te doer, eu sou o lobo inevitável pois a vida me foi dada. Para que te servem essas mãos que ardem e prendem? Para ficarmos de mãos dadas, pois preciso tanto, tanto, tanto – uivaram os lobos, e olharam intimidados as próprias garras antes de se aconchegarem um no outro para amar e dormir.

 

Clarice Lispector

Coeteris paribus

•11/10/2009 • 2 Comentários

E isso tudo porque eu vou trabalhar no feriado, crianças. Dois posts num dia só, estou superfaturando minha internet discada. Além de trabalhar no feriado, tenho trabalho de Economia. Coeteris paribus (pronuncia-se “céteris”) é latim, mas não faz parte da missa de antigamente, nem mesmo é o nome de algum general romano ou o que César disse ao tropeçar em uma pedra. Coeteris paribus é um dos termos que estão no meu trabalho de Economia. Quer dizer “tudo o mais constante”, ou seja, uma coisa que não muda. É, lá no caderno estava escrito isso. Em algum lugar…

Leia o parágrafo seguinte (falta do que escrever na legenda)

Leia o parágrafo seguinte (falta do que escrever na legenda)

 Aí estou aqui, mais de nove da noite, escrevendo para vocês. Estava olhando umas fotos aqui e pensando que eu poderia muito bem ser uma daquelas meninas vaporosas e esvoaçantes de Spring Awakening. Sabem, aquele musical do Pierre Baitelli (Escobar, te amo!)? Pois é, se não sabe, vai saber agora. Quando vi as fotos fiquei muito curiosa e baixei o e-book (porque a peça é inspirada em um conto alemão, de Frank Wedekind). Tem de tudo na história, não vou contar senão acaba com a graça e o suspense. Espero que eles tragam o musical para minha cidadezinha. E que eu tenha respeito ——-> $$$ <——— suficiente para adquirir um ingresso.

Oh, Pierre...

Oh, Pierre...

 Como eu disse, “poderia” ser, pois não sou. Meu biótipo passa longe de meninas loiras, estilo alemã e vaporosas, ai de mim.  Bom, pelo menos não fico vermelha debaixo do sol, isso é ótimo. Falando na Alemanha e seus filhos, ando ouvindo muito Blutengel, que é um grupo gótico de lá. Na minha última conta, eles são um trio (com o Chris Pohl – que é bonito do jeito mais esquisito possível – e mais duas meninas). Ouvi Beauty and Delight a semana inteira sem parar. Assim que sair o tão sonhando Próximo Filme das Crônicas Vampirescas, eu faço logo um vídeo com essa música. 

Tá, ele parece o Marilyn Manson, só não me perguntem porque eu acho o Chris bonito, tá? É algo muito subliminar, sem nenhuma relação com o fato de ele usar lentes de contato brancas ou vemelhas e usar caninos. Creio eu...

Tá, ele parece o Marilyn Manson, só não me perguntem porque eu acho o Chris bonito, tá? É algo muito subliminar, sem nenhuma relação com o fato de ele usar lentes de contato brancas ou vemelhas e usar caninos. Creio eu...

Quem tem feito muita companhia para mim ultimamente é o Alexandre, meu novo beta de estimação. Como uma viúva recente, às vezes até em pensamento eu confundo o nome dele com o Mael (que Deus o tenha em bom aquário). Eles sequer são parecidos! Maelito era azul, Alexandre é vermelho e laranja, que uma chamazinha, sabe? E é menor que Maelito, que era bastante gordo e elétrico. Não que Alexandre seja lerdo. Ele até que é espertinho. Sabe exatamente que pela manhã é hora de comer, porque ele me vê levantar da cama, fica pulando dentro do aquário.

 

Um absurdo.

 

 Fazer o que, gente?! Minha vida é assim mesmo. Imagino coisas demais e tenho peixes de estimação. Ontem sonhei com um monte deles, em um aquário grande e com filtro. Hoje assisti Procurando Nemo, na Globo, e fiquei lembrando do sonho.

 Povo, feliz Dia das Crianças! A única mensagem na TV é “Compre! Compre!”. Feliz dia de Nossa Senhora Aparecida, porque eu sou católica e tenho fé nela. E descansem no feriado por mim, ok? Vou saindo de fininho antes que fale mais bobagem.

Me mostra seu “networking”!

•11/10/2009 • Deixe um comentário

 

Esse é um pedido escandaloso, quase indecente! Eu não mostro meu networking pra qualquer um. Tudo tem que ser conversado, pegar na mão só depois de um mês…

Brincadeira, lógico. Embora eu seja uma menina a moda antiga.

O que é o tal de networking, e de onde surgiu essa idéia idiota aí de cima? Como sempre, de uma conversa entre universitários, onde uma das meninas soltou essa frase do título. Pra piorar, eu estava meio confusa por causa de um trabalho que estava fazendo e fiquei pensando que networking, naquele contexto e entonação de voz parecia algo realmente obsceno, mesmo sabendo do que se tratava. Networking poderia ser de um tudo. De um tudo que não presta, para variar.

Imaginei uma série de situações. Como esse diálogo:

Um casalzinho recente se encontra as escondidas em uma praça da cidade, à noite. E entre um amasso e outro, o cara sai com essa:

-Amor, deixa eu ver seu networking?

-Aqui?

-É… aqui!

-Não, e se vier alguém? – ela olhando em volta.

-Não, acho que não vem ninguém.

-Tá bem…

No meu desfecho feliz, ela mostraria a sua agenda cheia de contatos profissionais. Ah, seu safado! Sabia que ficaria frustrado com esse final! Hehehehe Foi tudo premeditado!

Networking nada mais é do que isso: uma rede de contatos profissionais. Você não tem amigos, com quem fala e sai com certa freqüência? Networking é um grupo de pessoas que você conhece e mantém contato unicamente para fins profissionais. Mesmo porque “onde se ganha o pão, não se come a carne”. Por exemplo, essas pessoas do seu networking podem te indicar para algum trabalho, um free-lance, caso esteja precisando de uma grana extra, coisas desse tipo.

Se bem que muita gente realmente não mostra seu networking pra qualquer um. A concorrência no mercado é muito acirrada. E lembra muito aqueles documentários sobre a vida animal no Discovery Chanel. Imagina se alguém descobre aquele contato seu, super importante, faz amizade com o cidadão lá e você é chutado pra escanteio? Pois é, networking pode ser perigoso… Então, é melhor não mostra-lo para qualquer um. Tanto nesse sentido quanto no outro. hahahaha